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7 de março de 2019

Juventude de Muquiçaba é a Campeã do Carnaval 2019

Com o enredo "Bahia de Todos os Santos, a Juventude Pede Axé", a Escola de Samba Juventude de Muquiçaba foi a Grande Campeã do Carnaval de Guarapari.
O Carnavalesco Douglas Paluzzo trouxe um enredo que exaltou a religiosidade e a cultura baianas trazendo para a avenida alegorias que remetiam à população indígena brasileira e a miscigenação com os negros africanos.
Destacou-se, logo no início, a Comissão de Frente que fez evoluções com elementos que lembravam as caravelas portuguesas, porém não conseguiu obter a nota máxima na opinião dos cinco jurados.
O samba de enredo composto pela dupla Rogerinho do Cavaco e Pedro Pesquisa e com a participação de Armandinho do Cavaco, entretanto, obteve a nota máxima na opinião unânime dos jurados. Também obteve cinco notas 10, a Bateria comandada pelo Mestre Rodrigo Santos.
Os cinco jurados estavam posicionados no palanque central da Avenida, ao lado das autoridades convidadas e todos julgaram os mesmos quesitos: Bateria, Samba Enredo, Harmonia, Enredo, Conjunto (Alegoria e Adereços), Fantasia, Evolução, Comissão de Frente e Casal de Mestre Sala e Porta-Bandeira.
A apuração ocorreu no Complexo Esportivo Maurice Santos e o resultado desagradou a alguns foliões e dirigentes que estavam presentes na tarde do dia 06/03 (quarta-feira). O descontentamento se deu por conta das notas que foram dadas pelos jurados escolhidos pela Prefeitura: Bianca Vidal, Mariana Almeida, Marieli Gotardo, Viviane Lima e William Magalhães e das penalidades sofridas por todas as escolas. Algumas penalidades, por incrível que pareça, foram dadas com base em denúncias. A Escola que mais sofreu com denúncias foi a Acadêmicos de JK.
Ainda que tenham sido avaliados pelos cinco componentes do corpo de jurados, alguns quesitos tiveram notas discrepantes, que oscilaram entre 8 e 10, demonstrando divergência na percepção de cada jurado.
Mas, é preciso tirar ensinamentos de todo o julgamento. O primeiro passo para a evolução do carnaval de Guarapari já foi dado. Cabe, agora, às Escolas de Samba, lutar pela melhoria contínua e crescimento enquanto agremiação.
Além do troféu, a agremiação campeã recebeu o prêmio de R$ 20.000,00.
Parabéns a todos os dirigentes e integrantes da Juventude de Muquiçaba, Campeã do Carnaval 2019 de Guarapari.

14 de dezembro de 2018

Mocidade Escolhe Samba de Pedro Pesquisa e Tavinho Cidade

O Samba de Parceria entre Pedro Pesquisa e Tavinho Cidade foi o escolhido pela Escola de Samba Mocidade Alegre de Olaria para o Carnaval 2019.
A dupla, que sempre está trabalhando em conjunto, também já fez uma composição memorável para o Carnaval 2011 da Olaria exaltando as "Raízes" da cultura brasileira. O samba empolgante caiu na boca do povo.
Desta vez, o samba composto por Pedro e Tavinho para a Mocidade irá abordar o imaginário infantil, desde as cantigas de roda, passando pelo mundo do circo, até à magia do Sítio do Picapau Amarelo, Turma da Mônica e Walt Disney.
A escolha do samba de enredo tinha sido marcada para o início de dezembro, mas devido ao temporal que caiu sobre a cidade, a Diretoria resolveu protelar a decisão para o dia 13/12 (ontem).
Concorriam  quatro sambas e a composição de Pedro e Tavinho saiu vencedora.

Confira abaixo a letra do Samba de Enredo para o Carnaval 2019 da Mocidade Alegre de Olaria:


"No grande palco da folia, a Mocidade vem brincar
 Na ciranda cirandinha, volta e meia vamos dar"

É brincadeira, nessa viagem o barato é viajar
Rodar ciranda e dançar a noite inteira
Dar meia volta, volta e meia vamos dar (eu quero é cantar)
Óh, Mocidade, o seu cantar enche o meu peito de esperança
Voltar no tempo, os bons tempos de criança
Não ter boletos e nem contas a pagar (eu quero é brincar)

Encantamento na mais pura poesia
Hoje o palco da folia reverencia o universo infantil
O grande circo que a todos divertiu
Um infância sonhadora e feliz
Pique na rua, descer ladeira pilotando rolimã
Viver o hoje sem pensar no amanhã
Balas e doces, viva Cosme e Damião
Papai Noel não esqueça meu presente por favor
Minha cartinha foi escrita com amor
Me comportei o ano inteiro com louvor

Toda criança quer e sempre quis
Quer brincar e estudar, ser feliz
Quer jogar bola, ter acesso à escola
Se formar e transformar esse país

Monteiro Lobato chamou
Tem festa no Sítio, vamos nessa criançada
Da Disney, o Mickey chegou com a Turma da Mônica agitando o Picapau
Emília, com seu pó de Pirlimpimpim
Me transportou prum mundo assim
De alegria que se chama Carnaval

Vamos brincar... é brincadeira

10 de dezembro de 2018

Samba de Rogerinho do Cavaco e Pedro Pesquisa é Escolhido Pela Juventude

A parceria de Rogerinho do Cavaco e Pedro Pesquisa para o Carnaval de 2019 foi o samba de enredo vencedor da escolha promovida pela Juventude de Muquiçaba no último domingo (09/12).
No próximo desfile que, de acordo com a Prefeitura de Guarapari, terá premiação para a Melhor Escola de Samba, a Juventude de Muquiçaba falará sobre a Bahia, abordando as tradições e a cultura baiana.
No dia 27 de novembro, o próprio prefeito Edson Magalhães se reuniu com representantes de quatro agremiações para definir o valor do repasse para o Carnaval de 2019 e já adiantou que haverá uma mesa julgadora que fará a escolha da Escola de Samba Campeã. O objetivo da premiação é valorizar o trabalho das escolas e engrandecer o evento que, segundo o site da Prefeitura, já é referência no Estado

Com o enredo "Bahia de Todos os Santos, a Juventude Pede Axé", o samba da dupla Rogerinho e Pedro com a participação de Armandinho do Cavaco, foi o primeiro a ser apresentado no palco do Complexo Esportivo Maurice Santos, em Muquiçaba, e empolgou tanto os foliões quanto os jurados.
Quatro sambas estavam concorrendo e teve até torcida organizada. No final, entretanto, venceu a composição de Pedro e Rogerinho.

Confira a letra do Samba 2019 da Juventude de Muquiçaba:


Bate tambor, a gira girou
Na avenida nosso canto é de fé
Bahia de todos os Santos
"Oxe, mainha", Juventude pede axé

Terra de Vera Cruz
Berço cultural do meu Brasil
Onde caravelas aportaram
O colonizador se encantou com o que viu
Índios, brancos e negros
Resultaram a miscigenação
Caminho dos Orixás
Igreja e Candomblé dão as mãos

Paguei minha promessa na Lavagem do Bonfim
Quero acarajé, vatapá e xim-xim
Toca Olodum pra "levantar poeira"
Vi Filhos de Ganchi, afoxé e capoeira

Celeiro de grandes artistas
Escritores e cantores geniais
Música, folclore, turismo
Trios elétricos sensacionais
Povo inabalável na fé
De alegria e pés no chão
Na passarela de Guarapari
Junto à Escola do meu coração
Azul, vermelho e branco vamos vestir
Dentro do peito pulsa esta paixão

28 de julho de 2018

Vanessa Loyola, a Cantora de Voz Doce e Suave, é Destaque em Guarapari

Pisciana e dona de uma deliciosa voz doce e suave, Vanessa Loyola, a cantora que além de ensinar música e amar a Bossa Nova, foi uma das atrações do Projeto Esquina da Cultura em Guarapari por duas vezes consecutivas. Completando neste ano 10 anos de carreira como cantora, Vanessa nos concedeu uma entrevista emocionada, falou sobre a sua experiência no Programa Super Star e como tem amadurecido ao longo dos anos, inclusive vencendo a timidez. Sob o lema de que o artista precisa cantar verdadeiramente o que o representa, a cantora revela que é possível viver da música ainda que os artistas encontrem dificuldades no mercado em Guarapari.
Confira abaixo a entrevista da Cantora de Voz Doce e Suave Vanessa Loyola...


Como foi a descoberta de sua veia artística para o canto?
Eu compreendi que gostava de cantar já na infância, no ambiente religioso da igreja. Eu tive aulas de piano muito cedo, aos cinco anos de idade e, durante o curso que durou um longo tempo da minha vida, aprendi a cantar, pois o canto faz parte do conteúdo do piano erudito ou popular. Profissionalmente, comecei há 10 anos. Antes, eu cantava debaixo do chuveiro (risadas) ou em rodinhas de amigos, e enquanto frequentava um restaurante na Praia do Morro chamado Dom, comecei a dar "canjas" a pedido dos amigos e um belo dia a dona do restaurante me convidou a fazer um show. Na época, apareceu o Artur, que se tornou um grande amigo e gostava de tudo o que eu gosto: MPB, Bossa Nova, Rock in Roll, Blues e Jazz e ele começou a me acompanhar. Daí pra frente, não parei mais.


Como você define o seu repertório? O que cantar ou quando cantar?
Eu seleciono a partir do perfil do evento... Quando o evento exige um repertório mais suave ou mais leve, ainda que caminhe da MPB ao Rock in Roll de forma mais sutil, com voz e violão, eu canto ao lado de Chryso Rocha. Quando o evento pede algo mais para cima, como um Pop Rock, com pegada boa para dançar, eu convido o Raony ou Juninho Vieira.

E a emoção de ver o público vibrando e cantando contigo tal como aconteceu na Segunda Edição da Esquina da Cultura?
É maravilhoso ver as pessoas felizes quando estamos no palco. É incrível a sensação de estar me sentindo querida pelas pessoas! Eu adoro estar no palco. Eu sou educadora musical há mais de 20 anos e neste ano estou completando 10 anos de carreira como cantora, mas no início eu era muito tímida e, tanto eu mesma, quanto as pessoas que me conhecem, sentimos essa enorme diferença entre aquela época e atualmente. Todavia eu sempre acho que preciso melhorar mais. Eu assisto aos meus vídeos, faço anotações dos meus erros e acertos e estou sempre buscando melhorar cada vez mais.

A fama é alguma coisa que a incomoda ou você prefere levar uma vida mais reservada a estar em evidência?
Boa pergunta... Na verdade, eu tenho uma vida social mais discreta, mais caseira. Acho que por conta da idade, me tornei um tanto reservada. Mesmo quando saio para prestigiar os meus amigos, gosto de ficar no meu cantinho. Mas, quando estou num show, por exemplo, eu estou ali inteira: não é o "meu" momento, ou momento de discrição. É o momento em que preciso dividir minha energia com as pessoas. Eu tenho consciência de que sou conhecida e que faz parte do processo cumprimentar e conversar com as pessoas, abraçar e agradecer a todos quando termina um show. Então, eu entendo que é preciso crescer dentro da minha cidade. É aqui, onde eu moro e cresci, que eu tenho que me fazer conhecer... É aqui em Guarapari que eu tenho que selecionar e conquistar o meu público para depois partir para outras cidades e outros Estados e depois outros países.

Em 2014 você participou da primeira edição do Programa Super Star, da Rede Globo a convite de Maria Fernanda, da Banda Mary Di. Como foi a primeira experiência com a fama?
Nós sentimos a reação do público da Maria Fernanda assim que chegamos, pois foi uma coisa bombástica. Muitos ficaram felizes de nos ver no Super Star, pois ninguém sabia que estávamos participando do Programa. As pessoas sondavam e comentavam muitas coisas... Na verdade, nós ficamos sem saber como lidar com toda a repercussão assim que voltamos. Tinha o lado bom de tudo isso, com comentários de pessoas carinhosas, mas também havia o lado ruim, né. Isso foi para mim um divisor de águas. Embora o projeto não fosse meu, eu vesti a camisa junto com a Fernanda e sentia tudo com ela, tanto os elogios quanto as críticas. E, foi nesse momento que refleti: "será que é isso mesmo..? Devo seguir em frente..?" Mas, logo depois as coisas se acalmaram e toda a euforia das pessoas passou. É preciso aprender a lidar com isso.

Na Esquina da Cultura você citou que tem preferência pela Bossa Nova, mas nos shows e nas suas apresentações percebe-se que você é uma cantora eclética, pois canta de tudo um pouco.
Eu canto tudo o que me representa... Tudo o que tenho de influência ou o que faz parte do meu processo de aprendizado durante a vida, ponho no meu repertório. No início da minha carreira incluía muitas coisas para tentar agradar a todo tipo de público. Mas, logo me senti cobrada por mim mesma quanto a isso... Me perguntava: "estou cantando o que eu sinto, ou o que as pessoas querem ouvir?" Ao longo dos anos, passei a selecionar o meu repertório, pois a música precisa ser interpretada de forma verdadeira. Quando você canta algo que não o representa, aquela verdade deixa de ser passada e isso compromete o resultado do trabalho. Então, fiz uma escolha: cantar as coisas que me representam: MPB, a Bossa Nova, o Jazz , o Blues e o Rock in Roll. Mas, também tenho um "pezinho" no Pop. Há outros estilos que respeito, mas as pessoas vão ao meu show sabendo o que ouvirão.

É fácil conciliar o trabalho nos palcos com a vida particular ao lado do seu companheiro? 
Pergunta interessante... As pessoas indagam se o Argus e eu nos damos bem e se ele também é músico. Nós estamos juntos há sete anos e, além de ser meu noivo, ele se apaixonou pelo meu mundo, embora não seja músico. Foi isso o que aconteceu: ele veio e começou a agregar ao meu trabalho. Ele é muito compreensivo em relação a todos os aspectos da minha profissão, tanto como professora quanto cantora. O Argus é o meu braço direito e a gente se entende muito bem, estando junto sempre. E o fato dele se sentir parte do meu trabalho nos aproxima mais ainda.

Analisando esses dez anos de carreira cantando em bares e restaurantes ou casamentos, dá pra viver de música em Guarapari?
Particularmente, sempre vivi de música. Eu sou professora de música, e leciono tanto em escolas quanto em casa, pois dou aulas particulares. Atualmente estou só com as aulas particulares durante a semana e nos finais de semana faço shows e canto em casamentos. Portanto, eu vivo da música inteiramente há muito tempo. Eu vivo de forma satisfatória, mas não sei se os meus colegas diriam o mesmo... Eu costumo dizer que Guarapari tem um mercado difícil não só para os músicos, mas para os artistas em geral, devido à falta de apoio. Embora isto vem mudando, é preciso melhorar cada vez mais. Conheço alguns artistas que têm a música como segunda profissão exatamente pela falta de apoio e de espaço. Mas, eu acho que o segredo é acreditar. Quando a gente acredita que precisa estudar, ter humildade, e sempre respeitar os colegas, as coisas podem dar certo.


Temos visto em nossa cidade uma boa quantidade de pessoas despontando na música, em vários estilos (no Samba, no Pop, na MPB, no Rock ou no Country) e, na sua visão, o que falta para que os músicos de Guarapari tenham uma carreira de sucesso mais promissora?
Falta muita coisa... Principalmente apoio do poder público. Infelizmente, nossa cidade não tem demanda para um trabalho como o nosso durante o ano inteiro. Guarapari "bomba" em alguns períodos do ano e como não tem um leque maior de casas noturnas ou de shows, isto dificulta um pouco o trabalho dos músicos. Por outro lado, há também aquelas questões que já falei. Quem opta por essa profissão, precisa optá-la por amor. Eu acredito que o músico tem que amar o que está fazendo... Ele não deve cantar um estilo que não gosta somente para ganhar dinheiro. Esta é uma receita que não dá certo, apesar de muitos acreditarem que dá.
Uma coisa que é raríssima em todo o Espírito Santo é a união entre os músicos e isto é ruim para a classe inteira. Há também alguns contratantes que não facilitam, pois não levam nosso trabalho a sério. Não há uma fiscalização efetiva quanto ao couver artístico e ao cumprimento das agendas de shows. Algumas casas desmarcam os shows na última hora ou marcam duas bandas para o mesmo dia... E, isto compromete o nosso trabalho e o estímulo individual.

Por duas vezes você participou do Projeto Esquina da Cultura, promovido pela Prefeitura de Guarapari, e nas duas edições você agradou demais ao público presente e gostaríamos de saber qual será o próximo passo da cantora Vanessa Loyola? Qual seu projeto para o futuro?
Então... No ano passado participei com a Banda Soul Jazz muito feliz porque o repertório era de Blues, Jazz e Rock in Roll. Amei ter participado porque foi incrível! Fiz shows nos dois Palcos (Palcos 1 e 2) e este ano pude fazer o meu próprio show com músicas da MPB, Bossa Nova e Clássicos do Rock, ainda que não tenha dado tanta ênfase ao Rock pois queria sentir a receptividade do público. Adorei ver os meus amigos presentes, os turistas misturados no meio dos meus amigos... Achei realmente fantástico e sou muito grata por aquela noite, inclusive a você por ter me prestigiado.
Em relação ao meu futuro, tenho a pretensão de compor minhas próprias músicas, algumas que ainda não finalizei. Pretendo focar num trabalho autoral baseado nas minhas influências, desde músicas clássicas até à MPB, numa mistura bacana. Pretendo também alçar outros vôos... cantar em outros lugares e, por isso, não sei se ficarei muito tempo em Guarapari. Tenho a intenção de encerrar as aulas para me dedicar mais à minha carreira de cantora, embora as duas coisas sejam a minha paixão. Mas, se algum dia tiver que fazer uma opção, será pelo canto.

Vamos ao bate bola?
Signo: Peixes
Deus: Essencial
Família: Meu maior tesouro
Música: O que mais amo na vida
Amor: A Cura
Guarapari: Meu amor eterno.






Fotos: Arquivo pessoal e publicações na Internet

Rogerinho do Cavaco Se Apresenta na Esquina da Cultura

É isso mesmo. Rogerinho do Cavaco não pára!!!áb
Depois de embalar os clientes do bar Reserva do Gerente na última sexta-feira (27/07), neste sábado (28/07) ele irá se apresentar no Palco 1 do Projeto Esquina da Cultura, promovido pela Prefeitura de Guarapari.
O sambista fará o show a partir de 22h e, além de cantar muito samba renomado, também cantará algumas de suas composições.
Rogerinho do Cavaco, que no dia 18 deste mês comemorou o terceiro ano de casamento com a bibliotecária Mirela Aleixo, possui três discos gravados com composições próprias ou em parceria com diversos sambistas consagrados: "Rogerinho do Cavaco"; "Samba do Povo" e "Geral Gostou". (confira na página do sambista).
Este ano, a Segunda Edição do Projeto Esquina da Cultura que tem por objetivo movimentar a economia de Guarapari oferecendo opções de entretenimento aos moradores e turistas com a "esticada" das férias de julho, teve espaço ampliado e o palco principal recuado para o meio da rua Manoel Severo Simões, ao lado do Banestes do Centro.
O Palco 1, instalado na avenida Joaquim da Silva Lima, fica próximo ao Supermercado Santo Antônio.
Vale a pena conferir o show desse rapaz!
Eu estarei lá, se Deus quiser!


Fotos: página pessoal do compositor no Facebook

16 de fevereiro de 2018

Carta Aberta aos Leitores de Batuque na Praia

Olá, Batuqueiros!
Agora que passou a febre do Carnaval, chegou o momento de informar a todos que nos indagaram a razão pela qual o Blog Batuque na Praia estava tão silencioso acerca da Folia de Momo de Guarapari.
Primeiramente, esclarecemos que esta página foi criada única e exclusivamente para divulgar a cultura de Guarapari, seja através da manifestação carnavalesca, seja através de eventos que envolvem a música ou o folclore maratimba. Não temos pretensões ao jornalismo, mesmo porque esta não é a nossa formação acadêmica. Apenas veiculamos algumas notícias do mundo do samba e outros ritmos.
Entretanto, nos meses que antecederam o Carnaval, fomos vilmente atacados nas redes sociais e envolvidos em conversas inúteis e boatarias que nada tinham a ver com nossa postura. O falatório dos tolos envolveu membros de nossa família, numa sucessão de ataques chulos e de mal gosto, deboches e uma infinidade de ofensas maliciosas com o propósito de nos desestruturar.
Como este Blog foi idealizado somente para nos trazer diversão, sem custo adicional a ninguém, preferimos nos silenciar e focar nossas atenções em outras coisas.
Mas, não vamos nos calar para sempre, a não ser que Deus queira. 
Voltaremos a postar coisas legais aqui e divulgaremos quando e onde pudermos.
Aos que não nos querem bem, só lamentamos a insignificância. Não precisam ler nada que é postado aqui... Virem a página! Como diz o poeta: "inveja é o que mais tem por aí, mas deixo a imaginação fluir".
Aos que gostam de nossas postagens, continuaremos trazendo informações bacanas e divulgando o samba, nosso maior gosto musical. Se surgir rock, ou xaxado, ou sertanejo, divulgaremos também. Somos ecléticos, em nome da cultura.
Aguardem, que traremos mais informações, pois "o Batuque não pode acabar".
...
Ah, e para que não tenham dúvidas quanto ao autor dessa postagem, aqui vai meu nome completo:
Julio Cezar Gomes Pinto.

6 de novembro de 2017

Bloco Rama Apresenta Samba de Enredo Para o Carnaval 2018


Trazendo ao conhecimento de todos os foliões o enredo para o Carnaval 2018, o Bloco Rama,  agremiação sambista dos bairros Santa Margarida e Coroado promoveu animada e organizadíssima festa no Siribeira Clube no último domingo (05/11).
Com samba composto por Júlio Braga, Rogerinho do Cavaco, Pedro Pesquisa e Tião de Souza, em 2018 o Bloco Rama vai apresentar o enredo "Bloco Rama canta as diferenças: um grito contra o preconceito e um clamor ao respeito".
Durante o delicioso almoço, Rogerinho do Cavaco e os convidados Fagner e Batata do Grupo Coisa Nossa empolgaram os foliões com sambas e pagodes conhecidos.



Mas, em um dos momentos mais esperados da festa, o Bloco Rama, trouxe a público a nova Rainha de Bateria, a bela jovem de 23 anos Thayná Souza e a Musa Jeicimara Falcão.
Dona de uma simpática beleza juvenil, Thayná mostrou que tem potencial para ser uma belíssima Rainha do carnaval guarapariense e foi coroada pelo Presidente do Bloco, o professor Carlos Aleixo.
Jeicimara Falcão é natural de Anchieta, tem 24 anos de idade e recebeu a faixa de Musa do Bloco Rama das mãos da Primeira-secretária Mirela Aleixo. Jeicimara possui um lema publicado em sua página social "Que nunca me faltem motivos para sorrir". Ambas foram indicadas pela Diretoria do Bloco e, pela reação do público presente, agradaram a todos.

Liliam Santos recebeu a faixa de Madrinha das mãos da Vice-presidente Martha da Silva.



Confira abaixo a letra do samba de enredo do Bloco Rama:

Vem, pode chegar
O Bloco Rama é bom demais
Não ao preconceito
Todos nós somos iguais

Vamos embarcar na folia
A avenida é palco da inspiração
Sou do bloco da igualdade
Muito amor, fraternidade, onde impera a união
Aqui não existe preconceito, se condena a distinção
Rama, a centelha que inflama
Que abraça quem ama e quer te abraçar

O nosso mundo será muito mais feliz
No dia que o outro aceitar
Liberdade de expressão
Diferenças respeitar

Ver tanta luz a brilhar no céu
Cantar o amor e a paz com laurel
Em cada um sua verdade
Sua dignidade, o respeito é um clamor

Somos a imagem e semelhança
Do nosso Criador






24 de outubro de 2017

Juventude de Muquiçaba Já Tem Samba Enredo Para o Carnaval 2018

Na grande festa realizada no espaço Arena Sports, no bairro Itapebussu, com direito a Mestre de Cerimônia, passistas uniformizadas, Musa, Rainha de Bateria e casal de Mestre Sala e Porta Bandeira, a escola de samba Juventude de Muquiçaba saiu na frente e escolheu o samba de enredo para o Carnaval 2018.
O samba vencedor defendido pelo trio Rodolfo, do Grupo Samba Zone, Lucas e Rogerinho do Cavaco veio da parceria formada pelo próprio Rogerinho do Cavaco, Julio Braga e Pedro Pesquisa. Um samba animado e empolgante que vai contar a história das festas juninas que se tornaram tão populares em todo o território brasileiro.
A festa foi a oportunidade que a escola, agora presidida por George Lyra, teve para apresentar as passistas Gaby Cruz e Sabriny Santos, a Musa Bernardete Silvério, o novo casal de MSPB Rodrigo Monaco e Andressa Cadete e confirmar o reinado de Juliane Sezini como Rainha de Bateria da agremiação.
Foram três sambas que estavam no páreo, mas a composição da parceria vencedora caiu nas graças dos jurados e de todos os que prestigiaram o evento.
O presidente George Lyra comprometeu-se em levar para a avenida um carnaval empolgante e inesquecível e o Mestre de Bateria Rodrigo convocou toda a comunidade a prestigiar a agremiação.
O carnavalesco Douglas Palluzzo promete fazer uma revolução no Carnaval da Juventude de Muquiçaba.
Confira abaixo um trecho do samba vencedor para o Carnaval 2018.





16 de outubro de 2017

Mallu Santos Anuncia que não Será a Rainha de Bateria da Mocidade em 2018

A jovem Mallu Santos, que por três anos desfilou à frente da Bateria Mocidade Samba Show, anunciou no último domingo (15/10), que não usará a coroa de Rainha de Bateria no Carnaval de 2018 da Mocidade Alegre de Olaria. De acordo com a moça, a saída foi (em letras garrafais) "por livre e espontânea vontade".
A notícia foi publicada por ela mesma na sua página do Instagram e surpreendeu o mundo do samba de Guarapari, inclusive aos integrantes da bateria.
Agradecida por ter conhecido várias pessoas maravilhosas, Mallu relatou que as portas do samba continuam abertas para ela e que neste ano já recebeu vários convites mas que ainda não é a sua hora, deixando na "vontade de Deus" o seu destino.
No texto de sua autoria, a Rainha de Bateria da Mocidade disse ainda que sua trajetória foi difícil em alguns pontos e espera que a próxima rainha entre com amor ao pavilhão e não por amor a status. Com foto ao lado da Porta-Bandeira Henara Ataíde, Mallu finalizou a declaração dizendo que a Olaria corre no seu sangue e isso não vai mudar. Interrogada por alguns internautas, ela respondeu que continuará indo aos ensaios "quebrando tudo".
Mesmo sem tem o que reclamar do mundo do samba, Mallu afirmou que durante sua trajetória o "pavilhão mostrou a cara de muitas outras pessoas".



Já o Mestre-Sala Rodrigo Monaco deixou a Mocidade Alegre de Olaria. 
No mesmo dia em que Mallu anunciou oficialmente a saída do posto de Rainha da Bateria, Rodrigo publicou foto no seu perfil do Facebook segurando o pavilhão da Juventude de Muquiçaba ao lado de Andressa Cadete, atual Porta-Bandeira da agremiação.
Rodrigo, que há algum tempo vem participando de um curso de Mestre-Sala na Associação Cultural e Coletivo do Samba em Vila Velha, expressou agradecimentos pelo convite à Diretoria da Escola:
"Agradecemos o carinho de vocês pelo convite a defender o Pavilhão da agremiação, assim como agradecemos a oportunidade de mostrar nosso bailado e por vocês valorizarem nossa dedicação."

4 de outubro de 2017

Confira os Próximos Eventos do Carnaval de Guarapari


Lançamento do Samba Enredo - Carnaval 2018


Dia: 12 de novembro de 2017
Local: Porto Eventos Buffet
Horário: a partir das 12 horas
Valor: R$ 50,00

9 de setembro de 2017

Mocidade Alegre de Olaria Trará os Antigos Carnavais em 2018

Ao que tudo indica, a Mocidade Alegre de Olaria irá levar os antigos carnavais da agremiação para a Avenida, em 2018.
De acordo com os burburinhos dos bastidores, a Escola de Samba deverá fazer uma releitura dos desfiles que mais marcaram a cidade ao longo de seus 39 anos de existência.
A Mocidade Alegre de Olaria foi fundada no dia 23 de abril de 1979, ano em que se comemora o avanço da democracia no país. Foi em 1979 que o então Presidente João Batista Figueiredo teve a difícil e árdua tarefa de fazer a transição do regime militar para a democracia. Neste mesmo ano, em agosto, foi aprovada a Lei da Anistia, que começou na segunda metade da década de 70 reunindo entidades do movimento estudantil e sindical, organizações populares, OAB, ABI e Igreja. E, neste ano de 1979, a comunidade do bairro Olaria deu o ponta-pé inicial para a evolução do samba em nosso Município.
No dia 23 de abril, dia de São Jorge, um grupo de foliões reuniu-se no salão do Restaurante Caseiro Dona Ilda, no bairro Olaria. O propósito dos foliões era criar uma nova agremiação carnavalesca. Até então, a única agremiação organizada era o famoso BAP (Bloco Amigos do Pedrinho) e grande parte dos foliões reunidos no Restaurante pertencia a este bloco.
Os foliões reunidos no Restaurante da Dona Ilda acertaram os detalhes da nova agremiação carnavalesca e, ao final da reunião, estava fundado o Grêmio Recreativo Escola de Samba Mocidade Alegre de Olaria, tendo como símbolo o "pandeiro", e as cores do pavilhão: "azul" e "branco".
Entre os fundadores estavam Pedro Ribeiro, Benedito Ribeiro, Ricardo Ribeiro, Jailson Simões, Adenilson Castro, Roberto Simões, Edson Germano, Diná Simões, e outros. A nova agremiação foi batizada pela Escola de Samba Portela, do Rio de Janeiro.
Em seu primeiro desfile, no carnaval de 1980, a Mocidade Alegre apresentou na avenida um tema livre, cujo samba-enredo de autoria de Silva do Pandeiro expressava em sua letra o fascinante universo do carnaval. Já no ano seguinte, a Escola homenageou o Padre José de Anchieta.
Em 1983, a Mocidade conquistou o seu primeiro título de campeã, apresentando o samba-enredo "Hoje é o Dia da Sorte", de Carlos Otávio Ferreira (Tavinho).
O segundo título veio no ano seguinte com o enredo “Bahia, Sublime Força dos Orixás”, cujo autor do samba foi Lili do Banjo.
Mas, foi no ano de 1986 que a Escola levou para a avenida o enredo cujo samba se tornaria uma espécie de Hino da Escola. Com samba de autoria de Jorge Trindade, a Mocidade desfilou sob o enredo “Levanta, Sacode a Poeira e dá a Volta por Cima” e a Escola ganhou o seu terceiro título de campeã.
Em 1987, a Mocidade Alegre de Olaria fez uma homenagem a Pedro Caetano, com o samba "É Com Esse Que Eu Vou", de autoria de Edson Germano.
Apesar da preocupação da comunidade em apresentar um carnaval cada vez mais profissional e aprimorado, os desfiles ocorridos entre os anos 1994 e 2000 não tiveram competição oficial.
Em 2001 a competição retornou e a Mocidade conquistou seu quarto título. A escola de Olaria venceu a Juventude de Muquiçaba e as duas se tornam as únicas escolas de samba em atividade no município.

17 de agosto de 2017

Juventude de Muquiçaba Lança Sinopse do Carnaval 2018

Com o Enredo "Tem fogueira, tem quadrilha, tem quentão, Juventude dança São João", o G.R.E.S Juventude de Muquiçaba, contando com a colaboração do carnavalesco Douglas Palluzzo, oferece aos compositores interessados em participar do Concurso para Escolha do Samba Enredo 2018 todas as informações necessárias desta importante etapa na construção do Carnaval!

Normas e Entrega dos Sambas


Os compositores deverão entregar suas composições ate o dia 18 de Outubro de 2017, atraves do e-mail muquicabajuventude@gmail.com.
A escolha do samba 2018 ocorrera dia 22 de outubro de 2017 no Arena Sports a partir das 12 horas. Todos os compositores deverão estar presente para apresentação de suas devidas obras.
A ordem de apresentação será sorteada no mesmo dia (22/10/17) na presença de todos os compositores.
A mesa julgadora contara com 4 a 6 julgadores, que votaram atraves de cedula a serem depositadas em urna que será aberta e conferida pelo presidente e duas testemunhas.
O samba deverá ser apresentado por no maximo 3 (tres) Interpretes. E será interpretado 2 vezes somente ao som do cavado e 2 vezes com apoio da bateria desta Agremiação.
Em caso de empate, sera feita uma nova apresentação entre os sambas empatados. E será interpretado 1 vez somente ao do cavaco e 2 vezes com apoio da bateria desta Agremiação. Permanecendo o empate, o presidente da agremiação dara o voto de minerva.
A premiação contara com trofeus para 1º, 2º e 3º lugar. (estamos estudando a possibilidade de premiação em dinheiro para o 1º lugar, os compositores serão avisados com antecedencia sobre a mesma).


Duvidas sobre o enredo e sinopse.
Douglas Palluzzo – douglaspalluzzo@hotmail.com (27) 99528-6688

Demais duvidas e esclarecimentos.

George Lyra – georgelyra@hotmail.com (27) 99867-0064

Confira a Sinopse

FESTA JUNINA

Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso pais muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.
Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano como uma festa pagã em comemoração á grande festividade da terra as boas colheitas, na época em que denominaram de sol de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho para nós, dia de São João.
Essas festas eram conhecidas com Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que segundo as escrituras bíblicas gostava de batizar as pessoas, purificando as para a vinda de Jesus.
Assim, passou a ser comemoração da igreja católica, onde homenageiam 3 santos. No dia 13 a festa de SANTO ANTÕNIO, No dia 24 e para SÃO JOÃO e no dia 29 SÃO PEDRO.
Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldades em se adaptar ás festas juninas pois são muitas parecidas com as de suas culturas.
Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todos o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região as comemorações são bem aceradas duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupo que dançam a quadrilha. Além disso proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus estados aumentando as rendas da região.
Com a passar de anos, as festas juninas ganharam outros estados e símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em seu redor.
Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício. O casamento na roça, entre outros com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca e milho cozido.
E bebidas quentes pra tomar nas noites frias, como quentão.
E hoje, as grandes festas juninas se concentram no nordeste, com destaque para a cidade de Caruaru (PE) e Campina Grande (PB) o maior São João do mundo.

DOUGLAS PALLUZZO
CARNAVALESCO.




14 de agosto de 2017

Intérprete Oficial e Rainha de Bateria Anunciam Saída da Acadêmicos de JK

Há cerca de três semanas, o sambista Vado do Pagode, recebeu a notícia de que não mais seria o intérprete oficial da Escola de Samba Acadêmicos de JK no Carnaval de 2018.
Atuando desde 2016 como "puxador" de samba enredo pela agremiação, Arivaldo Oliveira, ou Vado do Pagode, emprestou seu característico grito de guerra "Explode JK! Vamos passear na avenida!" e elevou o nível dos ensaios que aconteciam no bairro Kubistchek, porém foi avisado de que no ano que vem a Escola de Samba terá um novo intérprete vindo de Vitória. Segundo o próprio Vado, o motivo estaria relacionado a questões financeiras.
Nascido na Lapa e residente na cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, Vado do Pagode conseguiu em três décadas alcançar voos e fazer sua música ecoar em outros municípios e até Estados, como revelou o Jornal OnLine Campos 24 Horas. O sambista, além de ter passado por quase todas as agremiações carnavalescas de Campos, também participa de outros carnavais.
No município de São Francisco do Itabapoana, Vado animou a folia de Momo em Guargaú, puxando samba no "Boi Canário". No Espírito Santo, atuou no Bloco "Quem Não Sabre Brincar, Não Brinca" e na Escola de Samba Acadêmicos de JK. Em Teresópolis, participou do Bloco Santa Cecília e em Conceição de Macabu, no Unidos de Bacayna.
Vado tem participado de vários concursos de samba no Rio de Janeiro, e ficou em terceiro lugar ao participar do Bloco Arranco de Engenho de Dentro, disputando com os feras do samba carioca. Em 2002, participou de concurso na Grande Rio.
Vado do Pagode dirige um grupo musical na cidade de Campos, o "Vado do Pagode e Grupo Simpatia", apresentando-se em todo o município e cidades vizinhas.
Como intérprete, Vado foi tricampeão pela Escola de Samba "Ururau da Lapa", tetracampeão pela Escola "Ás de Ouros" e pentacampeão pela Escola de Samba "Caprichosos". Em 2014, foi enredo pelo Boi Deita e Rola, no carnaval fora de época Campos Folia.

Quem também anunciou sua saída da Acadêmicos de JK foi a Rainha de Bateria Luciana Marques.
Alegando motivos particulares, a então Musa da TV Sudeste, avisou oficialmente à presidência da agremiação carnavalesca e disse que a Escola estaria livre para escolher sua sucessora.
Amante do samba, a bela Luciana Marques fez sua estréia como Rainha de Bateria no Carnaval de 2017 pela Acadêmicos de JK.
Taurina e mãe da Rainha Mirim Natália Marques, Luciana disse que sentiu uma das melhores sensações de sua vida quando desfilou pela primeira vez na Mocidade Alegre de Olaria na ala de passistas. No Carnaval de 2016 foi convidada para ser a Musa da TV Sudeste e Musa da JK.


Ainda que chame a atenção por onde passa e dona de uma beleza escultural e simpatia cativante, a beldade disse em entrevista à série "Rainhas" do Blog Batuque na Praia, que é muito tímida e passa grande parte do tempo curtindo programas de TV ao lado de sua filha.
Com a saída de Luciana, a Rainha Mirim Natália Marques, também não desfilará no Carnaval de 2018.


"Amo o samba. O samba me traz alegria, me contagia. Amo me deixar envolver no seu som, no seu repinique, ouvir os tamborins. O samba me faz esquecer de todos os problemas e extrai o que há de melhor em mim", disse a Rainha.